quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Ficha de leitura do livro "O Papalagui"


Apresentação do livro “O Papalagui”:
“O Papalaqui” é um livro de comentários/ discursos de Tuiavii, Chefe de tribo de Tiavéa dos mares do Sul, que foram recolhidos por Erich Scheurmann.
Pela pequena introdução que Erich faz, podemos perceber que Tuiavii desconhece que os seus pensamentos foram publicados num livro traduzido para vários países e que não tinha de todo essa intenção. Erich só o fez porque achou que a sociedade deveria conhecer a simplicidade e a maneira de ver o mundo deste Chefe de tribo Tiavéa.
Tuiavii chama ao homem branco europeu “Papalagui”. Ele questiona e critica (não de forma ofensiva) quase tudo na nossa sociedade. Diz que o homem branco se afastou completamente das suas origens, a natureza, e que até chega a renega-las. Ele não compreende porque é que o Papalaqui cobre todo o seu corpo, menos a cabeça e as mãos, com trapos, ou porque é que nunca tem tempo para si ou para estar com as pessoas de que gosta, ou porque é que tem tantas coisas de que não necessita, ou porque é que usa máquinas para tudo, ou porque é ignora as pessoas que passam por si todos os dias, ou os seus valores morais (Tuiavii acha que o homem branco não sabe o que são valores morais devido ao seu afastamento da natureza, cada vez maior ao longo dos anos).
Erich viveu com o chefe da tribo por mais de um ano, como um membro da sua comunidade. E durante todo esse tempo, Tuiavii nunca confiou inteiramente nele. Tudo isto por Erich ser europeu. Tuiavii só se abriu com ele quando conseguiu abstrair-se ou até mesmo esquecer o facto de Erich ser europeu. O Chefe de tribo de Tiavéa apercebeu-se que Erich tinha atingido maturidade suficiente para compreender a sua sabedoria, por isso leu-lhe alguns fragmentos das notas que tomava enquanto visitava os países europeus. Só muito mais tarde é que lhe passou essas notas.


Comentário:
Este livro faz verdadeiramente pensar em tudo na nossa sociedade e leva-nos a questionar muita coisa na nossa sociedade.
Após ter lido o livro achei que o Chefe da tribo tinha razão em tudo o que dizia. Acho que vivemos numa sociedade completamente materialista, com os valores morais todos destorcidos! No geral, não damos valor ao que devíamos. E vamos educando a geração a seguir da mesma maneira. É como se fosse um ciclo vicioso.
Acho que é por isso que o mundo está assim. E acho que é por todos os podres (podres, não pecados) do Papalagui que o mundo vai acabar.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

As melhores infografias

Podem fazer-se infografias sobre todos os temas: neste, os 150 anos dos comboios



Esta infografia é sobre o terror das praias: o peixe-aranha!

Já não é a primeira vez (e não será seguramente a última) que abordamos, no 10ºJ, a temática das Infografias; vão analisando calmamente e em pormenor as que a seguir se apresentam, porque pode ser que as tenham de fazer sobre o tema do turismo... esta é a proposta. Ao que sei nenhuma ainda foi recusada pela turma. É só uma questão de querer.

Estas são, quanto a mim, as melhores infografias. No entanto, muitas há para ver e analisar
http://2.0.bloguite.com/compilacoes/infografia-a-lista-definitiva.html
Este blogue é magnífico. Não só nas infografias, mas igualmente no design gráfico.
http://noticias.sapo.pt/multimedia/infografias/
Um excelente exemplo de infografias animadas em Sapo Flash Player.
http://pesquisa.sapo.pt/?barra=resumo&location=pt&format=html&q=infografias+sapo&st=local
O Diário de Notícias também apresenta uma variedade interessante de infografias.
http://www.sabado.pt/Multimedia/INFOGRAFIAS.aspx
A Sábado tem infografias a apresentar. Embora de qualidade, têm poucas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Infografia
A wikipedia tem igualmente um post sobre a infografia o que demonstra a sua importância crescente.

Os números do desemprego e a mudança na qualificação

Analisemos os números do desemprego divulgados pela maioria dos jornais de 18 de Novembro. São preocupantes. No entanto, há um factor de optimismo que devemos partilhar entre todos. A procura de qualificação profissional aumentou. Já tínhamos a percepção disto mesmo e o emprego está a mudar. Hoje é muito difícil conseguir um, somente com o 9º ano. Isto quer dizer que aumentou o número de empregados com o 12º ano. Dá mesmo para pensar.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Uma experiência de aculturação: os Tanna, do Pacífico Sul, por Micael Silva e Cláudio.

Algumas fotos da experiência dos Tanna

Esta é uma história de uma tribo em Tanna, no Pacifico Sul, que após muitas reportagens a Nacional Geografic decidiu dar a oportunidade à tribo de conhecer o mundo. Por isso levaram 5 membros da tribo ( Chefe Mangau, Kamua, Kuai, Sam e namus) a dois países mais civilizados do mundo( Estados Unidos, Reino Unido) onde a tribo pôde conhecer diferentes pessoas , culturas, modos de vida e dar a sua opinião sobre o que deviam mudar.

Quando chegaram à Inglaterra, os Tannas conhecem pessoas, um grupo de agricultores de classe média que criam porcos em Nufolk e interessam-se em comparar o seu modo de criação ao dos ingleses, ficando surpreendidos ao descobrir que os porcos ingleses são inseminados artificialmente. Eles acreditam que animais e pessoas são iguais e a reprodução deve dar-se naturalmente.
Quando vão a um bar beber cerveja e jogar dardos ficam chocados ao ver um grupo de ingleses bêbados.
Na América conhecem cowboys, fazem uma viagem até Nova York para verem a cidade que acolhe 8 milhões de pessoas, dão um passeio pelos subúrbios americanos, vão a Los Angeles, divertem-se a conhecer pessoas em discotecas e chegam a experimentar como é a vida das Forças Americanas alistando-se um fim-de-semana no exército Americano.
Nas cidades comem hambúrgueres, apanham o autocarro, vão à caça e conhecem as leis de porte de armas, ficando confusos ao saber que qualquer pessoa pode ter uma arma sem qualquer autorização ou licença.
Visto que Tanna é uma ilha remota, esta é a primeira ligação com o mundo civilizado e com pessoas civilizadas desde os anos 50 o que se torna num bom exemplo de aculturação.